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Escritório do Google no Brasil agora permite a entrada de cachorros de estimação PDF Imprimir E-mail
Noticias - ANIMAIS - BRASIL
24-Mar-2014
 

Trabalhar em empresas como Google, Apple e Facebook é o sonho de muita gente que busca por uma oportunidade de emprego no mercado tecnológico. Não apenas pelo fato dessas companhias serem mundialmente conhecidas, mas também por serem bastante flexíveis e tornarem o ambiente de trabalho em um lugar mais confortável e menos estressante.

Prova disso é uma novidade que acaba de chegar no escritório da sede brasileira do Google: desde o final do ano passado, os funcionários da gigante da busca podem levar seus cães de estimação para o local de trabalho, uma decisão que chega dez anos após a inauguração da companhia em território nacional. Como informa o jornal Folha de S.Paulo, a prática já existe em todos os escritórios da empresa em outros países, mas demorou para entrar em operação por aqui devido a algumas exigências locais.

Igor Lima, um jovem de 33 anos que trabalha há nove no Google e que ajudou na implantação da política canina, precisou checar antes com todos os outros escritórios do prédio se era possível subir com os cachorros pelo elevador de serviço. Outro pré-requisito para levar o pet é saber se funcionários das mesas que ficam ao lado gostam dos bichos e se não têm alergia. Além disso, os cães não podem ficar sozinhos, nem entrar em banheiros ou refeitórios sem a presença do dono, e apenas cachorros que podem ser carregados no colo têm autorização para passar pela catraca do prédio.

Para a advogada Natália Kuchar, poder levar sua cadela Kim ao Google é bom, "mas dá um pouco de trabalho" e "muda a logística do dia". Igor também afirma que gosta de trabalhar com Catharina, sua buldogue francesa de quase cinco anos de idade, mas revela que não leva o bicho todos os dias para o trabalho. A frequência comum é uma vez por mês.

E como tem sido a aceitação e convivência com os pets desde então? De acordo com Maria Fernanda Raphaelli, gerente de vendas de 29 anos, os colegas de trabalho gostam. "No primeiro dia o pessoal grita, faz festa. Depois se acostuma. É como a geladeira cheia de achocolatado de graça que tem na cozinha", revela Maria, que é dona de Paul McCartney, um spitz alemão de seis meses.

Natália também defende a permanência dos bichos no ambiente e destaca que eles não prejudicam a produtividade dos funcionários. "As pessoas são mais legais com o departamento jurídico. Em vez de chegar falando 'Preciso disso para já!', dizem 'Não precisa ter pressa, olha que cachorro bonitinho'", disse.

Maria Fernanda Raphaelli, 29, gerente de vendas do Google, e seu cão Paul McCartney, spitz alemão de seis meses (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
Maria Fernanda Raphaelli, 29, gerente de vendas do Google, e seu cão Paul McCartney, spitz alemão de seis meses (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
 
 

 
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