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Polícia fecha rinha de galo e prende um homem em Rio Branco/AC PDF Imprimir E-mail
Noticias - ANIMAIS - BRASIL
13-Set-2015
 
Quatro galos foram apreendidos durante abordagem do Batalhão Ambiental.
Rinha ocorria em chácara no bairro Custódio Freire.


Caio Fulgêncio - Do G1 AC

Rinha de galo ocorria na tarde deste domingo (13), no bairro Custódio Freire, em Rio Branco (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)


O Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar fechou uma rinha de galos, na tarde deste domingo (13), em uma chácara no bairro Custódio Freire, em Rio Branco. Segundo a PM, um homem – identificado como o proprietário do local – foi preso em flagrante e quatro animais com sinais de maus tratos apreendidos.

De acordo com o segundo sargento Ciro Rodrigues, que liderou a guarnição, várias pessoas estavam no local acompanhando a rinha e algumas acabaram fugindo do local, que tem acesso para uma área de floresta. Em torno de 25 outros galos presos em gaiolas também foram encontrados, mas não apresentavam sinais de maus tratos, por isso não foram apreendidos.


Galos apreendidos apresentavam sinais de maus-tratos (Foto: Polícia Ambiental/ Divulgação)


“A rinha estava a pleno vapor. Normalmente, tem um olheiro no portão, que quando vê a patrulha avisa. O local era de fácil acesso pelos fundos e se confronta com a mata. Depois que as pessoas se embrenharam na mata, ficou difícil de pegá-los. O dono, que é o promotor do evento, foi preso”, explica.

Rodrigues acrescenta que o crime foi enquadrado no artigo 32 da Lei 9.605/1998, que estabelece a pena de três meses a um ano e multa para quem praticar “abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.
“Na realidade, a rinha é proibida e são feitas em locais escondidas, como chácaras ou colônias, distantes da cidade. Quando é descoberto, vamos ao local, mas dificilmente conseguimos fazer a prisão de todos que estão no local, porque uns falam que estão apenas olhando e não tem como fazer a comprovação, porque o animal não tem marca. Mas o promotor do evento ganha por cada luta”, complementa.

Ainda de segundo o Batalhão Ambiental, o caso foi encaminhado aos cuidados da Polícia Civil, na Delegacia de Flagrantes. Ela que também decidirá para o onde serão levados os animais, normalmente tratados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).


Polícia mostra apetrechos utilizados nos galos durante as lutas (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)
 
 

 
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