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Polícia investiga morte de cachorro durante banho em pet shop de SC PDF Imprimir E-mail
Noticias - ANIMAIS - BRASIL
03-Mar-2016
 
Funcionário é suspeito de causar a morte durante o banho do animal.
Corpo do bulldog inglês será levado para necropsia em Porto Alegre (RS).


Do G1 SC

Átila tinha 5 anos e morreu durante um banho em um pet shop (Foto: Divulgação)


A Polícia Civil de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, investiga a morte de Átila, um bulldog inglês, de 5 anos, ocorrida na tarde de terça-feira (1º). O cão morreu durante o banho em uma pet shop do Centro do município. Um funcionário de 18 anos é suspeito de causar a morte do animal por asfixia ou afogamento com uma ducha.

Ao saber da morte do cão, Carlos Eduardo Bamberg, dono do estabelecimento, verificou as imagens das câmeras de segurança e viu quando o funcionário estapeou a cabeça de Átila, segurou em uma das bochechas e direcionou a ducha para o focinho. “Acho que ele foi inconsequente ou talvez tenha sido até um acidente. Estamos cooperando com a polícia para averiguar o que causou o falecimento”, afirma Bamberg.

Segundo o proprietário do pet shop, o rapaz estava cumprindo aviso prévio, mas depois da morte do bulldog, foi demitido por justa causa. “Ele sempre foi tranquilo, estava nos últimos dias de trabalho e explicou que segurou o animal para não ser mordido”, relatou o empresário.

'Comportamento agitado'
Conforme Bamberg, o funcionário trabalhava há 11 meses no local e estava acostumado a dar banho em Átila, mas teria declarado que o cachorro tinha um comportamento agitado.

O dono do estabelecimento acionou a Polícia Militar e o dono de Átila, de 57 anos. Todos deram depoimento à polícia, onde foi feito boletim de ocorrência.

O delegado Abel Mantovani Bovi afirmou que ao registrar o boletim de ocorrência não havia evidências suficientes para afirmar qual era a causa do morte de Átila. "Não havia como sabermos se ele morreu por afogamento, mal súbito, enforcamento, teremos que ouvir outros funcionários e analisar o resultado da perícia", informou Bovi.

Corpo irá para Porto Alegre
O Instituto Geral de Perícia (IGP) informou não dispor de capacidade técnica para necropsia em animal. O corpo do cão será enviado na tarde desta quinta-feira (3) para  um hospital veterinário de Porto Alegre (RS), para apurar as causas da morte.

Ao delegado, o advogado do pet shop afirmou que nunca houve reclamação do funcinonário e até o dono do cão reconheceu que contratava os serviços do estabelecimento há anos. Bovi explicou que se comprovado que o comportamento do funcionário foi a causa da morte, ele sofrerá penas decorrentes de maus-tratos a animais.
 
 
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