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Ativistas flagram massacre de 250 baleias em arquipélago da Dinamarca PDF Imprimir E-mail
Noticias - ANIMAIS - MUNDO
24-Jul-2015
 
A caça às baleias é proibida na Dinamarca, mas permitida nas ilhas Faroe, onde um ritual acontece todos os anos


Pescadores empurram as baleias para a praia, onde são mortas com golpes de faca e arpões pelos moradores das ilhas Faroe, arquipélago pertencente à Dinamarca. O ritual acontece todos os anos (Foto: Reprodução/Sea Shepherd Global Facebook)


Um grupo de ativistas da organização Sea Shepherd Global captou em vídeo e fotos o massacre de 250 baleias nas ilhas Faroe, na Dinamarca. Os mamíferos foram trazidos por barcos e depois receberam golpes dos moradores na praia, o que tingiu o mar de vermelho.

Conhecida como “grindadráp”, a execução das baleias-piloto aconteceu na quinta-feira, mas as imagens só foram divulgadas nesta sexta-feira (24/07) pela página do Facebook do grupo. A matança aconteceu em duas praias -- Bøur e Tórshavn – e os moradores das vilas usaram arpões e facas para matar os animais.

As cenas, captadas pela organização não-governamental que luta pela preservação da vida marinha, renderam aos ativistas a prisão. Cinco integrantes do Sea Shepherd Global foram presos ao tentar interromper a matança – que acontece anualmente no arquipélago.

Wyanda Lublink, capitão do navio Brigitte Bardot, que pertence à ONG, criticou a presença de navios da marinha dinamarquesa próximo ao evento. “Como a Dinamarca, que é uma nação contrária à pesca da baleia na União Europeia, sujeita a leis de proibição da matança de cetáceos, pode justificar sua colaboração em um massacre desse tipo é incompreensível”, disse.

As baleias-piloto não correm risco de extinção, mas ainda assim, o nível de brutalidade chocou as pessoas nas mídias sociais.

Embora a pesca da baleia seja proibida na Dinamarca, ela é permitida nas ilhas Faroe. O ritual é realizado há centenas de anos. Os pescadores do arquipélago se alimentam de carne de baleia e usam sua banha para vários produtos.


O mar fica tingido com o sangue das baleias piloto mortas nas praias das Ilhas Faroe, um arquipélago pertencente à Dinamarca. A matança é um ritual que acontece todos os anos (Foto: Reprodução/Sea Shepherd Global Facebook)



Vista do alto da colina sobre as praias onde 250 baleias piloto foram mortas nas Ilhas Faroe, arquipélago pertencente à Dinamarca (Foto: Reprodução/Sea Shepherd Global Facebook)



Ativista do grupo ambiental de proteção à vida marinha Sea Shepherd Global é preso ao tentar interromper a matança de baleias nas ilhas Faroe (Foto: Reprodução/Sea Shepherd Global Facebook)


 
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