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PETA vira acionista da Prada para garantir o não uso de pele animal PDF Imprimir E-mail
Noticias - ANIMAIS - MUNDO
28-Abr-2016
Estadão Conteúdo


Loja da Prada em Milão (Foto: Vittorio Zunino Celotto/ Getty Images)

A organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês) continua fechando o cerco para as grifes de luxo. Depois da Hermés, agora a entidade decidiu comprar ações da marca italiana Prada - o que dá o direito a representantes da associação estarem presentes nas assembleias gerais e, assim, impedir o uso de couro de avestruz na fabricação de bolsas e sapatos.

O PETA declarou que tomou a iniciativa após a notícia de que a marca usa couro de aves de um ano, que morrem ao receber uma descarga elétrica ou serem degoladas. A grife não se pronunciou sobre o assunto.

http://www.dgabc.com.br/Noticia/1954280/peta-vira-acionista-da-prada-para-garantir-o-nao-uso-de-pele-animal


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PETA compra ações da Prada para acabar com uso de pele de avestruz


Enquanto acionista, a organização de defesa dos direitos animais pode participar na assembleia anual da marca e votar o fim do uso de peles exóticas.

A organização não-governamental Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) anunciou a compra de ações do grupo italiano Prada para poder ter uma voz nos encontros anuais do grupo e “acabar com a venda de malas de pele de avestruz produzidas de forma cruel”.

A compra das ações da marca italiana, cujo valor não foi revelado, segue-se a uma denúncia em vídeo, publicada pela organização em Fevereiro, sobre os métodos de extração da pele de avestruz para a produção de acessórios. Segundo a investigação da PETA, as avestruzes são alimentadas e abatidas com um ano, quando a sua esperança média de vida são 40 anos.



“No matadouro, as aves assustadas são viradas ao contrário numa brasa, são degolados e as penas são arrancadas para criar a pele de textura irregular utilizada nas malas Prada”, acusa a PETA. “Cada mala da Prada representa uma avestruz jovem, sensível e aterrorizada.”

Em 2015, a organização tornou-se também acionista da marca de luxo francesa Hermès, a quem reforça, no seu site, o pedido para o fim da utilização de peles exóticas.

Esta quinta-feira, a PETA assinala ainda o fim da utilização de lã de coelho angorá pela marca Nasty Gal, uma decisão já tomada pelo grupo Inditex no início de 2015 e pela norte-americana Guess em Fevereiro deste ano.
 
 

 
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