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Proteste: uso de (cães) Beagles para experimentação na Universidade de Maringá PDF Imprimir E-mail
Utilidade - Denuncias
25-Ago-2010

fonte: http://prod.midiaindependente.org/pt

/blue/2010/08/476240.shtml

Proteste: uso de (cães) Beagles para experimentação na Universidade de Maringá

Por Libertação Animal 25/08/2010 às 17:49

 

Assine o abaixo-assinado contra o uso dos Beagles da UEM: 
em  http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6584

 

Vítima da ciência
Vítima da ciência

Campanha da OBA FLoripa
Campanha da OBA FLoripa

Barry Horne e ativista salvam 82 beagles de experimentos
Barry Horne e ativista salvam 82 beagles de experimentos

 

Sobre o uso de Beagles para experimentação na Universidade Estadual de Maringá 


Por Bianca Pozzi 
Já faz um tempo que a história anda pela mídia. Em 2008, o Diário de Maringá publicou: ?Eles são dóceis, têm o olhar triste e abanam o rabo, enquanto enfiam os focinhos pelos buracos da cerca, à espera de um afago dos visitantes. Vários cães da raça beagle ? a do personagem Snoopy, dos desenhos animados e quadrinhos ? são criados na Universidade Estadual de Maringá (UEM) para servir como cobaias nos mais diversos tipos de pesquisas, como fabricação de medicamentos. O destino, na maioria dos casos, é o sacrifício dos cães ao final da pesquisa.? 

Estamos em 2010 e pelo jeito pouca coisa mudou. Ângela Rodrigues, autora do recém criado abaixo-assinado ?Contra o uso e sacrifício de Beagles em experimentos científicos na Universidade Estadual de Maringá? afirma que há 2 meses ficou sabendo do que se passava na UEM , e foi lá confirmar os fatos. Osite do biotério da Universidade diz que: ? produz animais de diferentes espécies e linhagens, distribuídos em: ratos Holtzman e Wistar, camundongos Swiss, BALB/c, hamsters e cães da raça Beagle.?A Universidade alega que todos os procedimentos são realizados de acordo com a Lei Procedimento para o Uso Científico de Animais. 

Nesta Lei, o parágrafo terceiro do artigo 14 diz : ?Sempre que possível, as práticas de ensino deverão ser fotografadas, filmadas ou gravadas, de forma a permitir sua reprodução para ilustração de práticas futuras, evitando-se a repetição desnecessária de procedimentos didáticos com animais.?Será que a UEM está fazendo isto? Será que as Universidades não poderiam trocar informações evitando que a mesma prática se repetisse ano após ano, infligindo sofrimento desnecessário a centenas de animais? 

No abaixo assinado Ângela afirma que Beagles são cães dóceis , inteligentes e sensíveis. São hiperativos e precisam de espaço e atividade física ( assim como todos os cães ). Os canis do biotério são insuficientes para que os cães tenham equilíbrio físico e emocional. A condução de experimentos constitui um ato de crueladade pois priva estes animais do direito à vida. Quando há privilégio de uma das partes trazendo sofrimento à outra, torna-se antiético, independente do que digam as normas ( que obviamente foram criadas pelo lado mais forte ). 

Cabe aqui, portanto, um questionamento imperioso: se tivermos em mente, por exemplo, a inclusão de mais um medicamento na indústria farmacêutica, mais uma patente, ou mais um método de implantes, podemos imaginar que, em última instância, os efeitos dos experimentos conduzidos nos laboratórios da UEM e o confinamento de Beagles no biotério são promissores para a comunidade científica e para a população humana, mas se considerarmos a vitimização dos Beagles, sua candura e inocência, o efeito é certamente deletério, porque tira de nós, homens, a humanidade e a civilidade que devem sempre nos caracterizar. 

Como pontua o intelectual húngaro Karl Polanyi, as mudanças e o progresso podem não cessar, mas seu ritmo pode e deve ser controlado. Neste caso, se determinados medicamentos ou melhoramentos científicos precisam ser elaborados, que o sejam no tempo certo, que é o tempo necessário para que se descubram procedimentos científicos que não comprometam o bem estar e a vida desses cães. ? 

Clique aqui para assinar o abaixo-assinado contra o uso dos Beagles da UEM:  http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6584 

E por favor, assista este excelente vídeo criado pelo instituto Nina Rosa e entenda como funciona a experimentação animal na ciência. O caso dos Beagles é apenas um exemplo de muitos outros , que estão muito mais próximos do que a gente imagina. Aí vai a primeira parte: ( o resto tem no youtube) 

Fonte:  http://www.cachorrando.com.br/?p=1570#more-1570 
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Vejam mais em AÇÃO URGENTE: Maringá - Universidade cria beagles para pesquisas científicas ( http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/09/429147.shtml
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Beagles estão entre os animais mais usados como cobaias na UEM 

Embora a prática seja autorizada no Brasil, o assunto gera discussão. Na internet, um abaixo-assinado pede ao governo do Paraná que os cães não sirvam mais de cobaia na instituição 

25/08/2010 | 11:40 | THIAGO RAMARI, DA GAZETA MARINGÁ 

Os cachorros da raça beagle estão entre os mais utilizados em pesquisas científicas naUniversidade Estadual de Maringá (UEM). Embora a prática seja autorizada pela Lei nº 93 de 2008 e pelo decreto 6.899 de 2009, o assunto gera polêmica. Na internet, um abaixo-assinado criado neste ano pede ao governo estadual que proíba o uso de cães como cobaias na UEM. Ao todo, o documento já soma quase mil assinaturas. 

A presidente do Comitê de Conduta Ética no Uso de Animais em Experimentação (Ceae) e responsável pelo Biotério Central da UEM, Vânia Antunes, não concedeu entrevista ao GM. No entanto, a assessoria de imprensa da instituição explicou que o uso de beagles depende quase que exclusivamente dos pesquisadores. São eles que escolhem o animal mais adequado ao trabalho que vão realizar. 

Segundo a assessoria, um dos cursos que mais realiza pesquisas com animais é o de Medicina. Para o uso de cobaias, o projeto da experiência tem de passar antes pelo crivo do Ceae e, também, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG), que segue as diretrizes da lei e do decreto que abordam o tema. O Biotério Central apenas oferece ao professor o animal escolhido para o trabalho. 

O abaixo-assinado que circula pela internet tem uma carta de apresentação assinada por Angela Lamas Rodrigues. Nela, a autora diz a instituição escolhe beagles para experiências científicas pelo fato de que ?sua doçura torna mais fácil o manuseio [do animal durante o trabalho]?. Angela reconhece que a prática obedece as diretrizes nacionais, mas questiona a postura ética. 

?Os Beagles reproduzidos e manuseados no Biotério e nos laboratórios da UEM não podem, obviamente, se defender ou mesmo protestar contra os experimentos ou a favor de sua vida [sic]. Dessa forma, o que se apresenta não é uma conduta ética, mas um exercício de poder do forte contra o fraco, que se encontra submisso e dominado?, argumenta Angela no texto de apresentação do documento. 

Segundo ela, os beagles são criados na UEM. A assessoria de imprensa, no entanto, não confirmou essa informação. Em geral, as experiências visam à descoberta de medicamentos e procedimentos na área de saúde. Durante as pesquisas, muitos animais têm de ser sacrificados. De acordo com a legislação vigente, a morte tem de ser a menos dolorosa possível. 


 http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1039626&tit=Beagles-estao-entre-os-animais-mais-usados-como-cobaias-na-UEM 
 
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