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17-Jan-2011

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Eu adotei um pretinho!

por: Virginia Abreu de Paula - em 31/01/2011

Pessoal da Tribuna.

Eu adotei um pretinho!  Foi na segunda feira passada.  Mas, na verdade, não foi o meu primeiro. Já tive vários pretinhos na minha vida, lindos, adoráveis como todos os gatinhos independente da cor da pelagem.  Mas, estou achando que este de agora é especialíssimo.   Aconteceu assim: no domingo passado, quando fui levar a ração para minha gata Bianca  e seus filhotes,  eu ouvi miados.  Bianca não se deu bem com o cachorro recentemente adotado e foi morar numa casa que está para ser alugada, nos fundos da minha.  Lá, ele teve uma ninhada de três.  E assim, enquanto aguardo solução para este problema,  temos de levar comida para eles todos os dias.  No domingo, é a minha vez.   Já voltando, ouvi os miados novamente. Impossível seguir sem investigar. Era do outro lado da rua. Achei o garoto num quintal trancado.  A casa está em reforma para  virar farmácia.  Eu teria de esperar até o dia seguinte. Tudo o que pude fazer foi colocar ração para ele passando pela fresta entre o portão e o chão. Deu para ver o bichinho em total desespero, arranhando o portão, querendo passar por um espaço onde ele não cabia. Ele gritava em pânico. Como foi parar ali? Muro alto. O menino não tem mais de um mês de idade.  Eu sussurrei para ele em português porque temos essa mania de achar que vão nos entender. "Se você subir numa dessas árvores, pode pular no muro e ganhar rua."  Dia seguinte, oito da manhã, volto ao local, pensando que ele já tinha ido embora. Eu tinha ligado para a central da farmácia e  recebido a informação que os trabalhadores da reforma começam às sete.  Mas, de longe, ouvi os miados de desespero.  Chamei o responsável pela obra e perguntei: " Não estão ouvindo um gatinho miando?"  Estavam, mas não sabiam onde...Informei. " É aqui no quintal de vocês!"  Confesso que o senhor foi muito gentil e prestativo. Abriu o portão e até subiu na árvore, porque o menino tinha me ouvido sim, e estava  lá no alto.  Pois o senhor subiu até onde ele estava e conseguiu pegá-lo. Conseguiu-me uma caixa  e foi assim que Le Noir veio morar comigo.  O nome veio na hora que o peguei pela primeira vez e olhei seus olhos verdes. Vim conversando com ele. Teria de esperar até ser apresentado com cuidado ao cachorro Pablo, não muito afeito a gatos.  Ele teria muitos amiguinhos, inclusive o Le Blanc.  Seria a dupla Le Blanc et Le Noir. Isso porque eu já sabia que o adotaria.  Faz muitos anos que meu ultimo pretinho se foi. Era o Pepeu! E uma casa que se preze não pode ficar sem um gato negro.  Ao contrário do que dizem, nada tem a ver com azar. Eles são, na verdade,  os grandes guardiões dos nossos lares. Toda bruxa sabe disso.  E aqui está ele. Pelo lustroso, macio. Espertissimo. E muito inteligente.  Na segunda vez que o chamei pelo nome,  já me atendeu.  Hoje, apenas uma semana depois, ele até responde. " Le Noir, venha cá..." "Miau". Sabe que estou falando com ele, embora esteja junto a mais cinco ou seis gatos.  Minha precupação é apenas uma: teria um dono? Alguma criança está chorando pelo seu desaparecimento? Pois ele parece ter tido alguma educação. Não suja a casa.  E sabe onde há comida. Entrando  na cozinha pela primeira vez ,  parou diante da geladeira, miando. Ao mesmo tempo, ele pode ter sido propositadamente jogado naquele quintal por uma mão humana: o antigo dono.  Como saber?  "Que ele decida", penso. "Não está preso. Pode voltar para sua antiga casa se assim sentir vontade." E creio que ele quer ficar aqui.
 Já fez amizade com o cachorro, por iniciativa própria.  Começou chamando a atenção de Pablo pela janela. Parecia saber que tinha de ficar a salvo até fazer sua conquista. Eu fiquei de olho, vendo no que aquilo daria, pois deu em amizade.  Brinca   o dia inteiro, correndo, saltando, cheirando tudo. Liga o motorzinho assim que o pego no colo. Olha para mim como se enxergasse minha alma. Acho que enxerga mesmo. E seu maior amigo é realmente Le Blanc, que é totalmente branco, com um olhinho azul e outro verde.  Se deram bem de imediato. Que dupla deliciosa. Que benção receber tal encanto de gatinho no meu lar.

 Le Noir et son ami Le Blanc

Texto e fotos: Virginia Abreu de Paula

 

 
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